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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Praia da Rocha

A Praia da Rocha situa-se no concelho de Portimão, entre a Praia da Marina e a Praia dos Três Castelos.
O Molhe Poente da Barra do Rio Arade serve de fronteira entre a Praia da Rocha e a Praia da Marina. Entre a Praia da Rocha e a Praia dos Três Castelos encontra-se o Miradouro dos Três Castelos.
O areal estende-se por mais de 1 km e encontra-se protegido por arribas recortadas de tons quentes.
Esta praia atraiu a aristocracia do sul do país e da Andaluzia. Consequentemente surgiram vários equipamentos de apoio à prática do turismo.
O primeiro hotel construído neste local foi o Hotel Viola, na primeira década do séc. XX.
O Casino da Praia da Rocha abriu a 1 de Agosto de 1910.









Fortaleza de Santa Catarina
















Fortaleza de Santa Catarina





Molhe Poente da Barra do Rio Arade













Miradouro dos Três Castelos





Túnel que atravessa o Miradouro dos Três Castelos, ligando a Praia da Rocha e a Praia dos Três Castelos.







Túnel que atravessa o Miradouro dos Três Castelos, ligando a Praia da Rocha e a Praia dos Três Castelos.

Túnel que atravessa o Miradouro dos Três Castelos, ligando a Praia da Rocha e a Praia dos Três Castelos.

Túnel que atravessa o Miradouro dos Três Castelos, ligando a Praia da Rocha e a Praia dos Três Castelos.

Túnel que atravessa o Miradouro dos Três Castelos, ligando a Praia da Rocha e a Praia dos Três Castelos.



























Ponta do Altar vista da Praia da Rocha

Ponta do Altar vista da Praia da Rocha

Ponta do Altar vista da Praia da Rocha













Miradouro dos Três Castelos

Miradouro dos Três Castelos

Miradouro dos Três Castelos














A Praia da Rocha pode ser contemplada de forma privilegiada do Miradouro dos Três Castelos e da Fortaleza de Santa Catarina. Para ver clique nos seguintes links:
Fortaleza de Santa Catarina: http://algarvemeualgarve.blogspot.pt/2015/07/fortaleza-de-santa-catarina.html

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Cidade de Albufeira

Postal Cidade de Albufeira

A Cidade de Albufeira é a sede do Concelho de Albufeira. Situa-se junto ao Oceano Atlântico, no centro da região do Algarve, entre o Sotavento e o Barlavento.
Albufeira é uma das cidades mais antigas do Algarve. A origem da povoação de Albufeira remonta à pré-história e está relacionada com o seu nome. Uma albufeira é uma espécie de lago. No local onde hoje é o centro da cidade, na parte mais baixa, existia um lago enorme que era alimentado pela Ribeira de Albufeira. Com a descida do nível do mar o lago foi secando e a Ribeira de Albufeira com o crescimento da cidade foi canalizada. Assim, a povoação iniciou-se no neolítico, à volta do lago uma vez que este lhe fornecia alimento.
Albufeira foi ocupada pelos romanos que lhe chamaram “Baltum”, e posteriormente pelos árabes que, devido à sua privilegiada posição numa arriba debruçada sobre o mar e a foz da ribeira, lhe chamaram “Al-Buhera” (Castelo do Mar). O actual topónimo de Albufeira provém da denominação árabe.
Os árabes instalaram-se no topo do antigo Cerro da Vila e dominaram esta região desde 716 até 1249. Construíram sólidas fortificações defensivas que tornaram Albufeira quase invencível. Consequentemente esta foi uma das praças que os árabes conservaram durante mais tempo em seu poder. A cidade árabe era muito importante, tinha uma próspera agricultura e um activo comércio com o norte de África.
Após a primeira ocupação cristã, em 1189/1190, Albufeira foi integrada no reino do Algarve com a conquista definitiva pelo rei D. Afonso III com a ajuda da Ordem Militar de Santiago, em 1249.
A conquista do ocidente árabe pelos cristãos causou uma considerável diminuição da população e interrompeu as relações comerciais com o norte de África. Consequentemente, Albufeira entrou em decadência.
Segue-se a dinamização económica no período dos Descobrimentos (sécs. XV/XVI).
D. Manuel I concedeu-lhe Foral  a 20 de Agosto de 1504.
No séc. XVIII, vários sismos, que culminaram com o terramoto de 1755 seguido de maremoto, destruíram Albufeira de forma drástica.
No final do séc. XIX e 1ª metade do séc. XX, surge um grande renascimento devido à abundância de peixe e consequente crescimento da indústria de pesca e da conserva de peixe.
Por volta de 1930, começou a escassear o peixe e a fecharem as fábricas de conserva. Voltou assim a haver um período em que a população desceu para menos de metade.
Até ao séc. XX, esta zona foi vítima do ataque de piratas, sobretudo marroquinos. Estes piratas roubavam principalmente pessoas, que levavam para a sua terra e vendiam nos mercados de escravos. Algumas destas pessoas conseguiam pagar uma quantia para ser restituída a sua liberdade.
Na década de 60, o Turismo despertou Albufeira. Consequentemente, a então vila de Albufeira expandiu-se e foi elevada a cidade em 1986.
Actualmente, a cidade encontra-se cheia de recordações dos mais de 500 anos da presença árabe mas também de edifícios modernos. No centro histórico, por entre o pitoresco casario branco, disposto em anfiteatro sobre as praias, predominam ruas estreitas e íngremes.

Cidade de Albufeira
Gentílico
Albufeirense

sábado, 6 de junho de 2015

Chamariz (Serinus serinus)


O Chamariz (Serinus serinus), também denominado Milheirinha, é um passeriforme, da família Fringillidae. Pode atingir 11-12 cm de comprimento e 20-23 cm de envergadura. Apresenta o bico cinzento, curto e grosso. Na plumagem desta espécie predominam as riscas. As asas são acinzentadas e o uropígio é amarelo. A cabeça, o pescoço e o peito diferenciam a fêmea e o macho visto que ostentam amarelo-vivo no macho e amarelo-acinzentado na fêmea. A plumagem do juvenil caracteriza-se pelo intenso riscado castanho-esbranquiçado.

Esta espécie reside e nidifica no Algarve, podendo ser aqui observada ao longo de todo o ano. Os seus habitats são muito variados, preferindo zonas com pastagens arborizadas.



Juvenil

Juvenil

Juvenil

Juvenil





quinta-feira, 4 de junho de 2015

Fonte de Paderne


Vídeo Fonte de Paderne - Algarve - Portugal: https://youtu.be/mZpM4UknIXk

A Fonte de Paderne situa-se entre a Aldeia de Paderne e o Castelo de Paderne. Esta fonte data do séc. XVIII. A sua água continua a alimentar o lavadouro público e a ser utilizada pelos camponeses e pelos caravanistas. No entanto, esta água encontra-se imprópria para consumo.









Lavadouro Público

Lavadouro Público

Lavadouro Público

Lavadouro Público