Postal do Algarve

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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Cidade de Loulé


Vídeo Cidade de Loulé #Algarve #Portugal: https://www.youtube.com/watch?v=yEdQfILKJdU&t


A cidade de Loulé é a sede do concelho de Loulé e situa-se no barrocal. Há séculos que Loulé constitui um importante centro comercial devido à sua localização geográfica no centro do Algarve.
A fundação de Loulé é desconhecida. Sabe-se que em 715, quando os Árabes invadiram o Algarve, Loulé já existia como uma Vila importante. Faz parte de Portugal desde 1249 (reinado de D. Afonso III), após a conquista cristã do Algarve aos Mouros. Recebeu Foral em 1266. Em 1291, D. Dinis instituiu aqui a única feira Medieval Algarvia, certificando a riqueza da região. A antiga urbe medieval ‘Al-Ulya’ (Loulé), deu origem à cidade histórica actual. Foi elevada a cidade em 1988.
No Centro Histórico da cidade dominam as ruas estreitas e sinuosas, com topónimos medievais, monumentos históricos e novos espaços culturais.
Gentílico: Louletano

Neste vídeo encontram-se os seguintes pontos de interesse:

Rotunda O Ciclista: A escultura de bronze O Ciclista é da autoria do escultor holandês Jits Bakker e foi inaugurada a 7 de Agosto de 2003. Esta escultura mede 3,5 metros de altura e simboliza a chegada dos 2 primeiros ciclistas à meta. Assim, esta rotunda homenageia o ciclismo, que é uma modalidade com muitas tradições na Cidade de Loulé.

Igreja de São Francisco: A construção do templo original remonta ao final do séc. XVI, tendo sido ampliada no séc. XVIII.
As molduras do portal principal e das janelas superiores são de traçado manuelino. A capela-mor tem o seu retábulo barroco em talha dourada setecentista. Destaca-se ainda a cúpula renascentista.

Ermida de Nossa Senhora da Conceição: Foi construída em meados do séc. XVII, por ordem de D. João IV, após a Restauração da Independência, tendo como orago a padroeira de Portugal.
Apresenta características do Estilo Chão. O seu interior é constituído por uma única nave, onde se pode ver um retábulo em talha dourada do séc. XVIII, um valioso revestimento em azulejaria religiosa setecentista e no teto um painel do pintor algarvio Joaquim Rasquinho (séc. XIX).

Castelo e Museu Municipal de Loulé: Foi conquistado aos Mouros em 1249, pelos cavaleiros da Ordem de Santiago, comandados por D. Paio Peres Correia. Foi integrado na Coroa Portuguesa por D. Afonso III.
No pátio do castelo existe um poço e o arco da antiga porta de ligação à povoação.
O Castelo situa-se numa pequena colina, permitindo contemplar excelentes vistas sobre a Cidade de Loulé. Foi classificado como Monumento Nacional.
O Museu Municipal de Loulé foi inaugurado em 1995 e encontra-se instalado no edifício da antiga alcaidaria, no Castelo. O seu espólio abrange a arqueologia e a etnografia do concelho de Loulé.

Banhos Islâmicos: Durante o domínio islâmico, Al-Úlyà (Loulé) dispunha de um estabelecimento de banhos (hamman). Para a civilização islâmica é fundamental a higiene do corpo e da alma. De acordo com a religião islâmica, antes de iniciar as orações, o crente necessita purificar-se espiritualmente por meio de abluções rituais.

Fontanário das Bicas Velhas: Foi concluído em 1887 e substituiu o poço da alcaidaria no abastecimento de água à população. A fonte tem 4 bicas feitas a partir da fundição de um dos sinos da igreja Matriz, que datava de 1837. Na sua frontaria existe um brasão com as armas de Portugal, proveniente da antiga fonte existente no Largo das Bicas Novas, actual Largo Dr. Bernardo Lopes.

Jardim dos Amuados: Foi construído nas últimas décadas do séc. XIX. O seu limite oeste assenta sobre a antiga muralha da cidade. A sua denominação deve-se a uma referência popular originada pelo facto dos bancos estarem agrupados aos pares, costas com costas. Este jardim proporciona uma boa vista sobre a Cidade de Loulé.

Muralhas
Torre da Vela: Esta torre albarrã localiza-se perto da antiga Porta de Faro. A tipologia das torres albarrãs, ligadas à muralha por um passadiço e não directamente a ela adossadas permite uma melhor proteção do pano de muralha, devido ao ângulo de defesa que possibilita. Trata-se de uma das inovações bélicas introduzidas pelos almóadas no séc. XII. É construída em taipa (terra comprimida entre cofragens de madeira – taipais – por meio de um maço designado por pisão ou pilão), sendo um dos principais vestígios da muralha islâmica da cidade. O pano de muralha nesta zona conserva ainda alguns troços do caminho da ronda.
Encontra-se rodeada por construções particulares, que foram sendo adossadas à cerca amuralhada, muito danificada pelo terramoto de 1755. Foi restaurada na última metade do séc. XX.
Porta de Faro: Trata-se da entrada sul da cidade medieval.
Torre da Muralha ou Torre do Relógio

Ermida da Nossa Senhora do Pilar: Foi construída na 2ª metade do séc. XVII e encontra-se adossada à zona externa da muralha, junto à antiga Porta de Faro.

Santuário de Nossa Senhora da Piedade: Situa-se no Cerro da Piedade e constitui um magnífico miradouro. A atual ermida data do séc. XVIII e foi construída no local de um antigo edifício.

Igreja Matriz de São Clemente: Data da 2ª metade do séc. XIII e foi construída possivelmente no local da mesquita muçulmana de Al’-Ulyà, sendo o minarete adaptado para torre sineira.
Apresenta um estilo gótico meridional (ex.: porta lateral gótica). Na fachada destacam-se o portal ogival de arco quebrado em 3 arquivoltas e o óculo superior. No interior é constituída por 3 naves separadas por colunas de pedra encimadas por capitéis com motivos vegetalistas, de onde arrancam arcos quebrados. No altar-mor encontra-se um retábulo de talha dourada do séc. XVIII.
Foi classificada como Monumento Nacional.

Porta Manuelina

Solar Martim Farto: Data dos séculos XVIII/XIX.

Casa da Cultura - Edifício Duarte Pacheco

Convento do Espírito Santo: Este convento teve origem num recolhimento para mulheres, criado em 1684, junto da Igreja de Nossa Senhora dos Pobres. Em 1693, esta comunidade religiosa foi alojada no interior do perímetro amuralhado, numa casa contígua à Igreja do Espírito Santo. As freiras foram adquirindo mais casas, que foram anexando umas às outras. Este convento teve reconhecimento papal apenas em 1711. O convento foi encerrado em 1836 devido à extinção das Ordens Religiosas.
Atualmente, alberga a Galeria de Arte Municipal e o Instituto Superior Afonso III.

Estátua António Aleixo: É da autoria de Lagoa Henriques e foi inaugurada a 28 de Março de 1996. Esta estátua de bronze mede 1,42 metros de altura.

Câmara Municipal de Loulé: Este edifício data do séc. XIX.

Mercado Municipal de Loulé: Foi inaugurado em 1908 e projetado pelo arquiteto Alfredo Campos. De estilo eclético revivalista, com inspiração neo-árabe, insere-se na corrente da Arte Nova, com hangares típicos da arquitetura do ferro.

Escultura Vendedora do Mercado: Esta escultura de bronze é da autoria de Teresa Paulino e Pedro Félix.

Rotunda Gente Feliz Dançando: A Escultura Gente Feliz Dançando é da autoria do artista holandês Jits Bakker e foi inaugurada a 16 de Maio de 1998. Esta escultura mede 9,8 metros de altura e é feita de bronze e pedras.

Escola de Música

Cine-Teatro Louletano: Foi inaugurado em 1930.

Coreto: No Coreto encontra-se a Escultura Músicos do Coreto, constituída por 7 músicos em tamanho natural. Esta escultura é da autoria de Teresa Paulino e foi inaugurada em 2009.

Monumento Engenheiro Duarte Pacheco: Foi inaugurado em 1953 e é da autoria do Arquitecto Professor Luís Cristino da Silva, de dez escultores, de um empreiteiro de obras e de um responsável pela instalação eléctrica e efeitos de luz. Este monumento representa o vasto programa de acção de Duarte Pacheco, no sector das Obras Públicas, através de 18 baixos-relevos com os seguintes temas: radiodifusão; aeroportos; habitação; estádio; edificações; monumentos nacionais; camionagem; urbanização; hospitais; portos; Lisboa; pontes; exposição do mundo português; estradas; hidr.ca agrícola; escolas; abastecimento de águas; e caminhos de ferro.
Este monumento, feito de pedra e bronze, ostenta um fuste de coluna com 5 metros de diâmetro e 17 metros de altura. Na base, voltada para a praça encontra-se um plinto, com 4 metros de altura, com a éfige de Duarte Pacheco em bronze. A base tem 30 metros de diâmetro, enquadrados por um muro semicircular com 4 metros de altura. Neste muro encontra-se gravada a seguinte frase de Salazar: «Uma vida velozmente vivida e inteiramente consagrada ao progresso pátrio».

Parque Municipal de Loulé: Neste parque encontra-se a Casa da Cultura de Loulé e o Anfiteatro António Aleixo. No muro deste anfiteatro pode ler-se a seguinte frase de António Aleixo: “E assim, lição por lição que a pouco e pouco aprendemos de outros, a outros daremos que a muitos outros darão.” Encontra-se também aqui a Estátua António Aleixo, que foi projetada pelo arquiteto José Perdigão e executada por Lagoa Henriques. Esta estátua de bronze mede 1,42 metros de altura e foi inaugurada em 1989.

Palácio de Gama Lobos: Data da 2ª metade do séc. XVIII. Este edifício nobre, com brasão, é também conhecido por Palácio dos Espanhóis devido a ter acolhido os refugiados espanhóis, durante a guerra civil.

Ermida de Nossa Senhora das Portas do Céu: Foi construída por volta do ano de 1600, devido à devoção de um casal - António Fernandes Estrada e Branca da Fonseca. Tem sido ampliada ao longo do tempo.

Convento da Graça: Foi fundado após a conquista cristã da cidade. Da edificação original conserva-se o portal gótico, com colunas encimadas por capitéis decorados com motivos vegetalistas. No gablete persiste uma estrela de 5 pontas. O edifício conventual atualmente existente, de arquitetura barroca, pertence a particulares. O Portal da Antiga Igreja da Graça foi classificada como Monumento Nacional.

Igreja da Misericórdia: Também designada por Igreja de Nossa Senhora dos Pobres, foi construída no séc. XVI. Situa-se extramuros, entre as 2 alas do Hospital que, em 1570, por ordem de D. Sebastião, passou para a administração da Santa Casa da Misericórdia de Loulé.
Na fachada da igreja encontra-se um portal manuelino que integra capitéis, decorados com motivos vegetalistas e coroados com 2 pináculos torcidos.
O Hospital, após ter sido remodelado e ampliado, foi inaugurado em 2011.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

1ª Feira do Chocolate na Cidade de Faro - 2017


Vídeo 1ª Feira do Chocolate na Cidade de Faro - 2017: https://www.youtube.com/watch?v=KG6BpruHkeo

A 1ª Feira do Chocolate realiza-se na praça exterior do Mercado Municipal de Faro, entre 16 e 19 de Novembro de 2017.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

domingo, 12 de novembro de 2017

Pôr-do-sol na Cidade de Faro


Vídeo Pôr-do-sol na Cidade de Faro #Algarve #Portugal: https://www.youtube.com/watch?v=JBk0S93OiHo

Neste vídeo encontra-se o pôr-do-sol na Cidade de Faro, no dia 11 de Novembro de 2017 – dia de São Martinho.

sábado, 4 de novembro de 2017

Praia da Ingrina e Monumentos Megalíticos


Vídeo Praia da Ingrina e Monumentos Megalíticos #Algarve #Portugal: https://www.youtube.com/watch?v=_33jX0GIrd0

A Praia da Ingrina situa-se no concelho de Vila do Bispo, a cerca de 5 km da Aldeia da Raposeira, no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
Ao longo da estrada rumo à praia encontram-se campos agrícolas, vários monumentos megalíticos (ex. Menir do Padrão) e o Marco Geodésico de Milrei.
Junto ao mar predominam matos litorais mediterrânicos. O areal forma uma concha, no fundo de uma baía, delimitada a poente por uma extensa plataforma de lapiás calcário (rocha muito esculpida pela erosão) e a nascente por arribas altas e recortadas.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Aldeia de Estoi


Vídeo Aldeia de Estoi #Algarve #Portugal: https://www.youtube.com/watch?v=5O3-X55Q9Ts

A Aldeia de Estoi localiza-se no concelho de Faro, sobre uma encosta, sendo limitada pela Serra de Monte Figo. O seu aglomerado urbano nasceu ao redor da Fonte de Estoi, devido à importância da água, que alimentava, durante todo o ano, os chafarizes da aldeia e alguns dos lagos dos Jardins do Palácio de Estoi.
Em Estoi, aldeia típica do barrocal do Algarve, predominam ruas estreitas e sinuosas, pontuadas por casas senhoriais, com platibandas decoradas e chaminés rendilhadas. A maioria dos seus edifícios apresenta um ou dois pisos e data do final do séc. XIX e princípio do séc. XX. Os seus painéis de azulejos com motivos religiosos são notáveis.
O desenvolvimento de Estoi surgiu associado ao apogeu da agricultura de sequeiro. O comércio e a transformação dos frutos secos permitiram a fixação de proprietários, alguns abastados, que marcaram o património edificado da aldeia. Contudo, com o declínio dos frutos secos e a transferência do interesse agronómico para a área da hortofruticultura, o fulgor económico de Estoi agrícola foi diminuindo de forma gradual. Foi sede de freguesia entre 1471 e 2013, quando esta foi extinta.
O topónimo Estoi deriva do grego "Stoa", que significa pórtico ou colunata coberta. Era debaixo dos "stoai" ou "stoae" que Zenão e outros grandes filósofos gregos davam aulas aos seus discípulos, o que se manteve nos tempos romanos.
Gentílico: Estoiense

Neste vídeo destacam-se os seguintes pontos de interesse: A Presa (antigo lavadouro público); o Antigo Tanque Comunitário, onde se encontra um painel com o poema “Minha Aldeia”, de Emiliano da Costa; a Casa da Farmácia (data do final do séc. XIX e apresenta um estilo romântico tardio); a Casa de Estoi (foi construída no início do séc. XX); a Fonte de Estoi; o Mercado; o Largo de Ossónoba; o Largo General Humberto Delgado, onde se encontra um painel com o poema “Aldeia Branca” de Emiliano Costa; a Ermida de Nossa Senhora do Pé da Cruz, que data da 1ª metade do séc. XVII e apresenta uma arquitetura religiosa chã e uma fachada neoclássica; a Igreja Matriz de Estoi; o Palácio de Estoi; e as Ruínas Romanas de Milreu.

A Igreja Matriz de Estoi, ou Igreja de São Martinho, foi construída no período Renascentista, em 1540, no local da antiga Ermida de São Martinho e reedificada nos sécs. XVIII e XIX, sob orientação do arquitecto italiano Francisco Xavier Fabri. Este templo, situado no cimo de uma escadaria monumental, que foi construída em 1834, apresenta uma sumptuosa fachada neoclássica.

O Palácio de Estoi foi mandado construir no final do séc. XVIII, pelos condes de Carvalhal, numa propriedade com cerca de 4 hectares, situada num local com um excelente enquadramento paisagístico. Em 1893, foi comprado por José Francisco da Silva, que contratou os melhores artistas nacionais e estrangeiros para a realização de obras de restauro. Este trabalho, dirigido pelo arquitecto Domingos da Silva Meira, manteve a sua originalidade inicial mas atribuiu-lhe a elegância e a sumptuosidade digna de um palácio. Estas obras foram concluídas em 1909.
O rei D. Carlos concedeu o título de Visconde de Estoi a José Francisco da Silva, graças ao dinheiro e esforços que este despendeu na construção do palácio.
Em 1977, esta propriedade foi classificada pelo Estado como Imóvel de Interesse Público, e em 1987 foi adquirida pela Câmara Municipal de Faro.
Este palácio representa a mais significativa manifestação do romantismo e do estilo rococó no Algarve.
Neste monumento pode-se destacar o salão verde; o salão nobre, cuja decoração do estilo Luís XV se encontra patente nas pinturas e na talha dourada de algumas peças restauradas; o salão Estoi; a capela; os 2 pavilhões de chá; a casa do presépio; e a casa da cascata, no interior da qual se encontra uma cópia das Três Graças de Casanova. A maior parte da decoração interior abrange os estilos renascentista, barroco e romântico. Os seus tetos em estuque constituem o melhor conjunto do Algarve. Parte da sua fachada, de inspiração neoclássica, encontra-se revestida com azulejos azuis e brancos, decorados com motivos florais e diversas cenas.
O amplo jardim do palácio, implantado em socalcos e inspirado no traçado francês e italiano, apresenta lagos, fontes, escadarias, painéis de azulejos e diversas esculturas, em mármore e cerâmica, de figuras públicas e históricas, tais como Bocage, Garrett, Marquês de Pombal, Camões e alguns deuses pagãos. Neste jardim artístico, típico do romantismo, existe também uma grande variedade de vegetação.
Após a realização de obras de adaptação e ampliação, com projeto do arquiteto Gonçalo Byrne e do arquiteto paisagista João Cerejeiro, este monumento passou a albergar uma pousada da Enatur - a Pousada de Faro. Na zona da ala moderna ficam os 63 quartos e suites da pousada, confortáveis e de decoração contemporânea, e a piscina exterior.

As Ruínas Romanas de Milreu situam-se nas imediações da aldeia de Estoi e representam um dos mais importantes sinais da presença romana no Algarve.
Estas ruínas correspondem a uma casa senhorial romana do séc. I que, no séc. III, foi transformada numa luxuosa "villa", construída em volta de um pátio central. Esta "villa" dispunha de termas, que ainda se encontram adornadas com mosaicos decorados com motivos marinhos (peixes, ouriços do mar, etc.).
No séc. IV, foi construído neste local um templo dedicado às divindades aquáticas, prova disso são os motivos decorativos inspirados no mar (peixes, bivalves, moluscos, etc.) representados em mosaicos. No entanto, ainda no séc. IV, com a mudança religiosa foi transformado numa basílica cristã.
Este Monumento Nacional engloba também a Casa Rural de Milreu.
Do sítio de Milreu avista-se a aldeia de Estoi, destacando-se a Igreja Matriz de Estoi e o Palácio de Estoi.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Feira de Santa Iria 2017


Vídeo Feira de Santa Iria 2017: https://www.youtube.com/watch?v=OdMPkhbDlfM

Em 2017, a Feira de Santa Iria decorre de 20 a 29 de Outubro, como é hábito no Largo de São Francisco, na cidade de Faro. 
A Feira de Santa Iria remonta ao séc. XVI, sendo uma das feiras mais antigas e tradicionais do Algarve. De acordo com alguns historiadores, esta feira data de 1596, quando o rei D. Filipe I, a fim de estimular a economia, isentou de impostos os mercadores que se deslocassem a Faro.
O nome de Santa Iria é associado a esta feira devido ao facto da data da sua realização ter sido marcada para o Dia de Santa Iria (20 de Outubro).